Rosa Lukusa

Cabeleireira

Um “investigador” estava à procura de sua família em sua terra natal, motivo que a decidiu vir para Brasil com a filha (atualmente está na segunda gravidez). O marido encontrou refúgio no Congo. Pelos números do relatório de agosto de 2015 do Comitê Nacional para Refugiados (Conare), órgão colegiado responsável pelo reconhecimento, ou não, da condição de refugiado, são aproximadamente 1.500 angolanos reconhecidos refugiados no Brasil, do total de quase 8.900. Esse número coloca os angolanos como a segunda nacionalidade com mais refugiados reconhecidos no Brasil, ficando atrás apenas dos sírios, cujo número de refúgios concedidos já supera os 2.000, em razão, principalmente, da vantagem de um visto de entrada com trâmites facilitados há pelo menos três anos. A situação fatídica de Angola remete a muitas preocupações em matéria de proteção de direitos humanos. Em 1975, depois de 13 anos de guerra, a República de Angola tornou-se um Estado independente e viu subir ao poder o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Nesse momento, iniciou-se uma guerra civil entre o partido recém empoderado e uma coalizão de movimentos de libertação, a União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA). O conflito causou a morte de quase um milhão de pessoas, deslocou mais de quatro milhões internamente e forçou cerca de meio milhão de pessoas a se deslocarem para países vizinhos. Durante todo esse tempo o MPLA manteve o seu poder político, que segue até hoje.

Fonte: NEXO JORNAL LTDA

Nome: Rosa Lukusa  

País: Angola  

Idioma: Português   

Serviço: Serviços de Cabeleireira, com destaque para as típicas tranças e todos os tipos de penteados.         

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